domingo, 31 de outubro de 2010

Brasil tem a primeira mulher presidente: Dilma Rousseff

Brasil tem a primeira mulher presidente: Dilma Rousseff

 

Brasil tem a 1ª mulher presidente: Dilma Rousseff. O Brasil elegeu hoje, 31 de outubro de 2010, a primeira mulher presidente da República. Dilma Rousseff venceu com 56,05% dos votos válidos. Seu adversário do PSDB, José Serra, teve 43,95%.

Os brasileiros foram às urnas no domingo que antecede o feriado de 2 de Novembro com a convicção de que o projeto iniciado pelo governo Lula em 2003 será aprofundado e aprimorado por Dilma. Ainda hoje, a presidente eleita deve fazer um pronunciamento no hotel em Brasília onde acompanha a apuração dos votos com seus aliados.

Reunidos num hotel em Brasília para acompanhar a apuração dos votos, aliados da candidata Dilma Rousseff traçaram o caminho que deve ser seguido pelo novo governo. Mais do que a continuidade, Dilma vai imprimir seu estilo no governo que vai aprimorar os programas sociais e garantir o crescimento econômico.
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, Dilma vai cumprir a meta de erradicação da miséria e manter a integração entre crescimento econômico e inclusão social. “O governo Dilma vai ser um outro governo. Ela vai dar seu tom e estilo, e aprofundar o que governo Lula começou. O Brasil pode e tem que erradicar a miséria. E a integração entre crescimento e divisão da riqueza vai ser a marca do governo da presidenta Dilma Rousseff”, acrescentou Temporão.

Continuidade

Na mesma linha, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, não prevê um governo idêntico ao de Lula, mas aposta que Dilma Rousseff vai continuar com a política de valorização do salário mínimo, por exemplo. “A Dilma vai manter a nossa política de valorização todos os anos do salário mínimo com aumentos acima da inflação. E, de certa forma, isso já está contemplado no Orçamento”, explicou.
Para o ministro, com Dilma na presidência da República, o Brasil vai continuar crescendo, com inflação sob controle, geração de emprego e investimentos em infraestrutura. “A continuidade significa manter os programas, a linha, mas vai sair um presidente e vai entrar outra. Com a caneta cheia para nomear quem quiser”, brincou Paulo Bernardo.
Na avaliação do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o país está pronto para seguir mudando. “Vamos deixar uma herança do bem. Um país ajustado, pronto para continuar crescendo e reduzindo a pobreza.”

Balanço

No balanço sobre a campanha eleitoral, o assessor especial da presidência, Marco Aurélio Garcia, lamentou a mobilização de “setores do submundo da política” que evitou uma discussão politizada. Segundo ele, a campanha foi exaustiva e Dilma deve tirar uns dias de descanso.
“O resultado revela que houve mais acertos que erros. Sempre que foi necessário, ela insistiu muito no projeto nacional de desenvolvimento, nas grandes políticas que foram as do governo Lula, que devem ganhar em qualidade neste governo”, disse Marco Aurélio Garcia. “O momento agora, como se diz em linguagem futebolística, é correr para o abraço.”

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vamos continuar lutando contra a boataria para garantia vitória de Dilma 13

Terra

Os ataques e baixarias da campanha tucana contra Dilma na internet continuam. Mais vídeos com mentiras sobre nossa candidata foram divulgados nesta quinta-feira (28), pelo youtube.

Um desses vídeos mentirosos, mostra nove itens que provariam que Dilma é contra São Paulo, estado governado pelo partido de José Serra. A denúncia está em matéria do Portal Terra, publicada hoje, que alerta para  mais essa ação subterrânea da campanha do PSDB.

Confira a matéria.

Do Terra

Marcela Rocha

O PSDB, partido do presidenciável José Serra, disparou via email nesta quinta-feira (28) um vídeo acusando a oponente Dilma Rousseff (PT) de não gostar de São Paulo, Estado governado pelo tucano até abril deste ano. "Durante sete anos, Dilma só prejudicou São Paulo. Dá para acreditar nela agora?", diz a locução do vídeo.

A peça oficial foi produzida pela campanha e postada no Youtube ainda nesta quinta. A locutora lista nove "provas" de que Dilma não gostaria de São Paulo. Segundo o vídeo, a ex-ministra de Lula não teria contribuído para a melhoria das estradas, metrôs e trens, ambulatórios médicos de especialidades (AMEs) e escolas técnicas em São Paulo.

Os tucanos pretendem estimular o anti-petismo em São Paulo, governado há 16 anos por integrantes do PSDB. Segundo a última pesquisa Datafolha, divulgada nesta terça-feira (26), a petista tem 44% das intenções de voto na região Sudeste. O tucano tem quatro pontos percentuais a menos do que ela.

A candidata do PT passou a trazer o Estado de São Paulo para o centro do debate político a partir do debate Folha/Rede TV! para tentar minar Serra em seu próprio território. Temas como educação, segurança pública e o tratamento para viciados em drogas entraram na pauta da petista já neste embate. A palavra de ordem entre os petistas é a "desconstrução" da imagem de bom administrador de Serra.

Lado B
Coincidência ou não, no dia anterior foi postado no Youtube um vídeo apocalíptico sobre um eventual governo Dilma. Ainda sobre São Paulo, a narração afirma que a petista acabaria com o Estado, tiraria investimentos e as empresas acabariam deixando a região.

Mais adiante, as imagens mostram um país em guerra em 2012, com exércitos tentando reestabelecer a ordem. Dilma receberia a ajuda do presidente venezuelano Hugo Chávez, seria defendida no Congresso por Fernando Collor, aprovaria a legalização do aborto e fecharia as sedes dos principais veículos de imprensa do país.

A periferia está com Dilma

Cooperifa_9_anosO movimento cultural da periferia de São Paulo já decidiu: está ao lado de @DilmaBR em defesa do Brasil. A boa nova é que esse apoio ganhou nome e sobrenome nos últimos dias. Liderado pelo @PoetaSergioVaz, um grupo de artistas, escritores, atores, rappers, compositores, músicos e ativistas assinaram um manifesto em defesa da eleição da nossa candidata.
"É preciso deixar claro que existem duas São Paulo: a da elite e a da periferia.Não dá para assistir a tudo que está ocorrendo na política brasileira neste momento e fingir que nada está acontecendo. A Imprensa assumiu que é Serra, a direita também. Ora se eles têm o direito de manifestar, porque não manifestamos também?", questiona vaz.
Para o poeta, é fundamental marcar posição nas eleições. "Nós reconhecemos os avanços da política cultural do governo Lula. Aliás, 'nunca antes na história deste pais' um governo investiu tanto na cultura e, principalmente, em projetos oriundos da periferia, e se este processo for interrompido, nós artistas e agentes da cultura perdemos também".
Vaz ressalta, ainda, o papel do artista na resistência política e na construção de um Brasil mais justo e democrático. "O artista é a última linha da sociedade, quando ele desiste, ou se entrega, é porque já não resta mais nada".
Conheça o manifesto!

Leia também:

O ativismo cultural da Cooperifa é Dilma!

Dilma vai implantar banda larga para todos; leia e entenda


O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) foi lançado este ano pelo presidente Lula para que os brasileiros que moram nas cidades com pouco ou nenhum acesso à internet possam se conectar! Só assim, eles vão poder se comunicar melhor e se informar sempre! Esse plano vai até 2014 e vai oferecer acesso de qualidade.

Assista aqui o compromisso do governo de Dilma com o PNBL.

 

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dilma chega a 59%

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A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) divulgou hoje pesquisa realizada pelo instituto Sensus que revela ampla dianteira de Dilma Rousseff em relação ao adversário tucano. Segundo o levantamento, considerando os votos válidos, a petista venceria a disputa contra Serra por 58,6% contra 41,4%, uma diferença de 17,2 pontos percentuais.

A evolução das intenções de voto na candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando em relação ao último levantamento do Sensus chama a atenção. Na pesquisa divulgada no começo de outubro, a petista tinha uma vantagem de 4,1 pontos percentuais para o concorrente do PSDB.

Levando em conta todos os votos, Dilma tem 51,9% contra 36,7% de Serra. Os votos brancos e nulos somam 4,7% do eleitorado e 6,8% dos entrevistados declararam estar indecisos. A pesquisa mostra também que 43% do eleitorado jamais votariam em Serra. Do começo de outubro até agora, a rejeição ao tucano cresceu 6 pontos percentuais.

O Sensus também apresentou a expectativa de vitória do eleitorado. Para 69,7% das pessoas, Dilma vencerá as eleições no dia 31 de outubro. O percentual de apostas no tucano é de apenas 22,7%.

No levantamento espontâneo, quando o entrevistado não recebe indicação de nomes para escolher, Dilma vence por uma diferença de quase 15 pontos percentuais: 50,4% a 35,7%. A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 desse mês e ouviu 2.000 pessoas em 136 municípios e 24 estados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.

Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.

Onde Folha estava em 1964?

"A manchete da Folha (*) transforma golpistas em defensores do regime"

O Conversa Afiada reproduz outro excelente artigo de Emir Sader, publicado em seu blog na Carta Maior:

Onde você estava em 1964?
Há momentos na história de cada país que são definidores de quem é quem, da natureza de cada partido, de cada força social, de cada indivíduo. Há governos em relação aos quais se pode divergir pela esquerda ou pela direita, conforme o ponto de vista de cada um. Acontecia isso com governos como os do Getúlio, do JK, do Jango, criticado tanto pela direita – com enfoques liberais ou diretamente fascistas – e pela esquerda – por setores marxistas.
Mas há governos que, pela clareza de sua ação, não permitem essas nuances, que definem os rumos da história futura de um país. Foi assim com o nazismo na Alemanha, com o fascismo na Itália, com o franquismo na Espanha, com o salazarismo em Portugal, com a ocupação e o governo de Vichy na França, entre outros exemplos.
No caso do Brasil e de outros países latinoamericanos, esse momento foi o golpe militar e a instauração da ditadura militar em 1964. Diante da mobilização golpista dos anos prévios a 1964, da instauração da ditadura e da colocação em prática das suas políticas, não havia ambigüidade possível, nem a favor, nem contra. Tanto assim que praticamente todas as entidades empresariais, todos os partidos da direita, praticamente todos os órgãos da mídia – com exceção da Última Hora – pregavam o golpe, participando e promovendo o clima de desestabilização que levou à intervenção brutal das FAA, que rompeu com a democracia – em nome da defesa da democracia, como sempre -, apoiaram a instauração do regime de terror no Brasil.
Como se pode rever pelas reproduções das primeiras páginas dos jornais que circulam pela internet, todos – FSP, Estadão, O Globo, entre os que existiam naquela época e sobrevivem – se somaram à onda ditatorial, fizeram campanha com a Tradição, Família e Propriedade, com o Ibad, com a Embaixada dos EUA, com os setores mais direitistas do país. Apoiaram o golpe e as medidas repressivas brutais e aquelas que caracterizariam, no plano econômico e social à ditadura: intervenção em todos os sindicatos, arrocho salarial, prisão e condenação das lidreanças populares.
Instauraram a lua-de-mel que o grande empresariado nacional e estrangeiro queria: expansão da acumulação de capital centrada no consumo de luxo e na exportação, com arrocho salarial, propiciando os maiores lucros que tiveram os capitalistas no Brasil. A economia e a sociedade brasileira ganharam um rumo nitidamente conservador, elitistas, de exclusão social, de criminalização dos conflitos e das reivindicações democráticas, no marco da Doutrina de Segurança Nacional.
As famílias Frias, Mesquita, Marinho, entre outras, participaram ativamente, no momento mais determinante da história brasileira, do lado da ditadura e não na defesa da democracia. Acobertaram a repressão, seja publicando as versões mentirosas da ditadura sobre a prisão, a tortura, o assassinato dos opositores, como também – no caso da FSP -, emprestando carros da empresa para acobertar ações criminais os órgãos repressivos da ditadura. (O livro de Beatriz Kushnir, “Os cães de guarda”, da Editora Boitempo, relata com detalhes esse episódio e outros do papel da mídia em conivência e apoio à ditadura militar.)
No momento mais importante da história brasileira, a mídia monopolista esteve do lado da ditadura, contra a democracia. Querem agora usar processos feitos pela ditadura militar como se provassem algo contra os que lutaram contra ela e foram presos e torturados. É como se se usassem dados do nazismo sobre judeus, comunistas e ciganos vitimas dos campos de concentração. É como se se usassem dados do fascismo italiano a respeito dos membros da resistência italiana. É como se se usassem dados do fraquismo sobre o comportamento dos republicanos, como Garcia Lorca, presos e seviciados pelo regime. É como se se usasse os processos do governo de Vichy como testemunha contra os resistentes franceses.
Aqueles que participaram do golpe e da ditadura foram agraciados com a anistia feita pela ditadura, para limpar suas responsabilidades. Assim não houve processo contra o empréstimo de viaturas pela FSP à Operação Bandeirantes. O silêncio da família Frias diante da acusações públicas, apoiadas em provas irrefutáveis, é uma confissão de culpa.
Estamos próximos de termos uma presidente mulher, que participou da resistência à ditadura e que foi torturada pelos agentes do regime de terror instaurado no país, com o apoio da mídia monopolista. Parece-lhes insuportável moralmente e de fato o é. A figura de Dilma é para eles uma acusação permanente, pela dignidade que ela representa, pela sua trajetória, pelos valores que ela representa.
Onde estava cada um em 1964? Essa a questão chave para definir quem é quem na democracia brasileira.

(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

A velha história de colocar uma raposa para cuidar das galinhas está sendo proposta em nosso Brasil.


Famosos por suas privatarias, os "de sempre", posam de nacionalistas que nunca iriam pensar em tirar das mãos do povo brasileiro suas riquezas. Aqueles que doaram a nossa Vale para o capital estrangeiro, aqueles que venderam centenas de empresas - chegando ao cúmulo de "emprestar dinheiro de nosso povo" (BNDES) para espoliá-lo, agora querem se disfarçar de nacionalistas. Aqueles que sempre foram subservientes ao Tio Sam, chegando a tirar os sapatos para entrar em tão `sacrossantos` recintos, que envergonhavam nosso povo com tanta vassalagem agora posam de salvadores da pátria.


Querem a todo o pano venderem a imagem de defensores de nossas riquezas.
Na blogosfera democrática começam a colocar "suposições" de futuros ministros: Tem o Paulo Preto - especialista em empreiteras - como gerente onipresente (sorry blogdoonipresente) do PAC, FHC como nosso publish relation com as futuras donas das empresas nacionais, Caiado como Ministro da Reforma Agrária, Relações com movimentos sociais com Bolsanaro e a lista vai por aí.


Querem ser a RAPOSA A CUIDAR DAS GALINHAS!

Mas o povo não esqueceu das mazelas que sofreu há séculos de dominação dos poderosos.
Muita coisa ainda tem para ser feita, nem começarei a lista aqui para não deixar de fora tantos e tantos avanços necessários para alcançarmos a verdadeira cidadania, mas depois de 502 anos sendo governados pelos "mesmos", em oito anos até que conquistamos muito!
Com DILMA 13 avançaremos nesta mesma direção, sem subserviência aos poderosos nem arrogância com os países menos cotados no meio dos de sempre. Com a defesa intransigente do povo brasileiro e com nossa caminhada a passos largos na direção de nos tornarmos uma nação desenvolvida.


Na extinção da miséria - não aquela das Sandras Cavalcantis* da vida, que tem seus seguidores na oposição ao governo Lula e estão contra nossa futura Presidente - com a elevação do nível econômico de milhões de famílias que ainda sofrem no dia-a-dia para meramente sobreviverem.
Um país predominantemente de classe-média, sem pobreza e, principalmente, sem raposas a cuidar do galinheiro.

Luiz Antonio Franke Settineri - SAROBA

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Charge do dia


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Lula tem 83% de aprovação

Maior cabo eleitoral da presidenciável Dilma Rousseff (PT), o presidente Lula também está se beneficiando do período eleitoral.
Pela terceira semana consecutiva, a avaliação de seu governo obteve um patamar recorde de aprovação na série histórica do Datafolha na pesquisa realizada e divulgada hoje pelo instituto.

No levantamento atual, 83% dos eleitores brasileiros avaliaram sua administração como ótima ou boa.

Na semana passada, essa aprovação chegava a 82%. No mesmo período, o patamar dos que consideram seu governo regular passou de 14% para 13%, enquanto 3% dizem que ele é ruim ou péssimo, índice que se manteve.

Dois de cada três eleitores de Serra (67%) avaliam a gestão de Lula como ótima ou boa. Entre os eleitores de Dilma, esse índice chega a 96%.

Para 80% dos eleitores que votaram em Marina no primeiro turno, a gestão do petista é ótimo ou bom.

A nota atribuída ao governo Lula no atual levantamento é 8,2, a mesma registrada na semana passada.

Dilma mantém a vantagem

A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, manteve 12 pontos percentuais de vantagem sobre seu adversário no segundo turno das eleições, o tucano José Serra, segundo pesquisa realizada e divulgada hoje pelo Datafolha. Ela aparece com 56%, contra 44% do tucano. O resultado, em votos válidos, é idêntico ao registrado no último levantamento do instituto, realizado no dia 21.

No total de intenções de voto houve leve oscilação: Dilma tem 49% contra 38% de Serra (na semana passada, a petista estava à frente com 50% a 40%).

A segmentação dos resultados do novo levantamento mostra que não foi eficiente a estratégia de Serra de reforçar sua presença no Sudeste e no Sul do país, o chamado "cinturão tucano", onde teve votação expressiva no primeiro turno.

No Sudeste, o tucano perdeu três pontos percentuais e agora é derrotado pela petista por 44% a 40%. No Sul, ele perdeu dois pontos percentuais, mas ainda vence Dilma --que cresceu dois pontos-- por 48% a 41%.

No Nordeste, ponto forte da petista, a distância entre os dois adversários, que oscilaram negativamente um ponto, ficou a mesma da pesquisa passada (37 pontos, ou 64% a 27%).

Desta vez, foram entrevistados 4.066 eleitores em 246 municípios em todos os Estados do país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Pretendem votar em branco ou anular o voto 5% dos eleitores entrevistados (eram 4% no último levantamento), enquanto 8% dizem estar indecisos (contra 6% da última pesquisa).
Contratada pela Folha e pela Rede Globo, a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 37.404/2010. Folha

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

13 em prol do Brasil

Yukaminc@dilmanarede: @Minc_rj e @Lindbergnarede no ato de apoio a Dilma no Circo Voador. http://twitpic.com/30vi7q

@dilmanarede:Dilma tá no coração! #dia31vote13 http://twitpic.com/30vj48

@dilmanarede: Diversas manifestações culturais em apoio à Dilma, no Circo Voador, Rio. #dia31vote13 http://twitpic.com/30vek5

@dilmanarede: Diversas manifestações culturais em apoio à Dilma, no Circo Voador, Rio. #dia31vote13 http://twitpic.com/30vek5

@dilmanarede: DiverMarceloyukacircovoadorsidade no ato de apoio à Dilma no Rio. Crianças jogam capoeira. #dia31vote13 http://twitpic.com/30vd5m

@dilmanarede: Ministro Minc e o senador eleito Lindberg

Farias participam do ato de apoio à Dilma no Circo Voador. #Brasil13

@dilmanarede: "Bote essa estrela no peito..." Ato de apoio à Dilma no Circo Voador. http://twitpic.com/30ve69

@dilmanarede:Comunidade LGBT também marca presença no evento do Circo Voador em apoio à Dilma. http://twitpic.com/30v6v9

@dilmanarede:É Dilma a cabeça! #dia31vote13 http://twitpic.com/30v4o5

@dilmanarede: Comunidade LGBT também marca presença no evento do Circo Voador em apoio à Dilma. http://twitpic.com/30v6v9

@dilmanarede: Boneco da Dilma presente no Circo Voador/Rio, em ato de apoio à candidatura petista. #dia31vote13 http://twitpic.com/30v7o7

@dilmanarede: Vejam que bandeira linda no Circo Voador. O Rio tá com Dilma! #dia31vote13 http://twitpic.coDilmaemuitosnocircovoadorm/30v492

@dilmanarede:Marcelo Yuca no Circo Voador: Apesar dos 500 anos de retrocesso, o Brasil teve 8 anos de mudança inegável. #Brasil13

@dilmanarede: #coberturacolaborativa do evento. Todos querem dar depoimento em apoio à Dilma! #dia31vote13 http://twitpic.com/30v1z8

@dilmanarede: Marcelo Yuca: O BRasil sempre teve memória cultural fraca, mas política, não. O neoliberalismo não foi esquecido pelo povo. Circo Voador!

Serra é uma ameaça para a Educação, alertam professores

Serra é uma ameaça para a Educação, alertam professores

Nós, cinco mil professores universitários das principais universidades do país, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.

Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.

Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. Desde 2005, São Paulo perde sistematicamente colocações no ranking do Ideb, que avalia o ensino médio. Neste ciclo, onde se sente mais claramente as deficiências dos anos anteriores de aprendizado, São Paulo passou de quarto para sexto colocado.

Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.

Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.

No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina a difamação, manipulando  dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Saiba aqui quem assinou o manifesto.

13 compromissos com o Brasil


sábado, 23 de outubro de 2010

Mano Brown apóia Dilma


Até a eleição, oposição tentará criar mentiras e calúnias

A candidata Dilma Rousseff recomendou hoje, no comício em Uberlândia (MG), que a militância não aceite provocações na reta final da campanha eleitoral. Embora a campanha do PSDB tente “semear o ódio”, lançando mentiras e calúnias, Dilma afirmou que o Brasil é um país democrático e tolerante, e o brasileiro, um povo trabalhador e pacífico. Ela alertou ainda para as falsas promessas apresentadas por José Serra.


“O meu adversário põe pele de cordeiro e diz que ele representa a continuidade. Vamos lembrar que ele passou oitos anos fazendo a oposição mais ferrenha contra nós. E eu queria avisar vocês que de hoje até o dia da eleição vão tentar criar mentiras, falsidades e calúnias contra minha candidatura”, disse a candidata, no comício.


No palanque ao lado de Dilma, o presidente Lula afirmou que é preciso grandeza quando a derrota está próxima e que a “turma da Dilma” não pode ser acusada de patrocinar agressões contra a campanha adversária.


“A turma da Dilma é a turma da paz, a turma que trabalha, que paga INSS, que sustenta esse país. Por isso, se querem disputar as eleições, tenham a grandeza que eu tive. Eu perdi, mas não fiz nenhuma maracutaia para acusar o adversário”, ressaltou Lula, pedindo uma reflexão sobre o futuro do país.


Segundo ele, mais que uma disputa entre Dilma e José Serra, as eleições de 2010 representam uma disputa entres dois modelos de Brasil. “Eu queria que cada mulher e cada homem de Uberlândia lembrassem perfeitamente bem o que era o Brasil em 2003, quando eu assumi a presidente da República. Como era a vida do aposentado, a vida de quem recebia salário mínimo, a vida do trabalhador que queria emprego, a vida do jovem que queria estudar”, ressaltou Lula.

Dossiê é fogo amigo entre tucanos

A quebra dos sigilos fiscais de Luiz Carlos Mendonça de Barros, Verônica Serra, Eduardo Jorge Caldas e outros tucanos, ligados ao candidato José Serra, vinha sido atribuída ao PT por líderes do PSDB. Nesta semana, porém, as apurações da Polícia Federal conduzem a um caso de investigação interna no partido por motivação política.
O jornalista Amaury Ribeiro Júnior confessou ter contratado o serviço ilícito de investigação. E em depoimentos à Polícia Federal, afirmou que um grupo ligado a José Serra procurava montar dossiê contra Aécio Neves, que à época do pedido, em dezembro de 2007, era governador de Minas Gerais e travava uma disputa interna com Serra para definir quem seria o candidato do PSDB à Presidência.

Leia trecho do depoimento:

depoimento, amaury

A declaração foi dada no último dia 15 em depoimento e o documento foi obtido pelo jornal O Estado de S.Paulo. O depoimento do jornalista indica que, ao contrário das acusações feitas por Serra, o dossiê contra pessoas ligadas ao tucano nasceu após uma disputa interna dentro do próprio PSDB. A campanha de Serra acusava o PT e pessoas ligadas à campanha de Dilma de ter encomendado a quebra de sigilo de tucanos e de familiares de Serra.

Amaury disse que decidiu, por conta própria, elaborar um dossiê. À época, ele trabalhava no jornal O Estado de Minas. Segundo ele, após obter informações de suas fontes jornalísticas, ele consegui descobrir que se tratava de “grupo que trabalhava pra José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba [PSDB-RJ]”.

Segundo ele, no grupo havia pessoas ligadas ao SNI (Serviço Nacional de Investigação).
O pedido teria partido de Itagiba, delegado e à ocasião deputado tucano carioca, muito ligado a Serra e comandante do serviço de inteligência da Polícia Federal durante o mandato de Fernando Henrique Cardoso na Presidência.
Itagiba teria montado, então, ação com ex-agentes da Polícia Federal e da Abin (órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência) para vasculhar ações de Aécio e procurar supostas irregularidades.
Aécio tinha interesse em ser candidato do PSDB à Presidência e, como tem alto índice de aprovação principalmente em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral e decisivo na disputa presidencial, era uma barreira para Serra.
Em abril, o jornalista fez chegar aos ouvidos petistas a apuração, pois tinha interesse em participar da campanha de Dilma Rousseff. Mas o grupo que procurou não foi contratado pela campanha do PT.

Para o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o resultado das investigações “comprova o que dizíamos desde o início” sobre o suposto dossiê, de que “não houve solicitação, encomenda, ou ligação do PT ou da campanha” [de Dilma] relativa à quebra de sigilo de pessoas ligadas a Serra.
- O que podemos constatar é que caiu por terra qualquer tentativa do candidato Serra de dar forma de estrela a esse episódio, a esse bicho. Esse bicho tem perna, pena e bico de tucano.
Dutra afirmou que ainda falta descobrir o “motivo”, daí o pedido de investigação sobre a suposta central de espionagem de Serra.
- Não temos nem tivemos qualquer responsabilidade nesse episódio. Pedimos o primeiro inquérito, fizemos aditamento e agora a partir do que foi informado hoje estamos solicitando investigação dessa central de espionagem comandada pelo deputado Marcelo Itagiba, que além de tucano é araponga contumaz.