quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Lula foi o presidente que modernizou o Brasil, diz jornal francês ‘Le Figaro’

Luiz Inácio Lula da Silva 
 
‘Le Figaro’ diz que Lula assumiu um país “sem esperanças”

Uma reportagem na edição desta terça-feira do jornal francês Le Figaro afirma que Luiz Inácio Lula da Silva foi o presidente responsável por “modernizar o Brasil”.
O texto, que recebeu uma chamada na capa do Le Figaro, é assinado pela correspondente do jornal no Rio de Janeiro, Lamia Oualalou.

A reportagem conta a história de Ricardo Mendonça, paraibano de Itatuba que se mudou para o Rio de Janeiro em busca de emprego em 2003 e conseguiu entrar na universidade graças a uma bolsa do programa Pro-Uni, do governo federal.

O jornal atribui o sucesso de Mendonça às políticas do governo Lula.
“Histórias como esta de Ricardo o Brasil registra aos milhões. A três meses do fim do seu segundo mandato, este é um país mudado que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixará ao seu sucessor”, escreve o Le Figaro.

‘Barbudo onipresente’

O jornal diz que quando Lula chegou ao poder, em 2003, o Brasil era um país sem “grandes esperanças” que havia finalmente dado uma chance a um “turbulento barbudo onipresente na cena eleitoral desde o restabelecimento da democracia”.

O Le Figaro destaca que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu combater a hiperinflação com o Plano Real, mas que se tornou “muito impopular” antes de deixar o poder em 2002.

Citando analistas políticos brasileiros, o jornal diz que Lula foi responsável por ampliar políticas sociais do governo anterior.

“O chefe de Estado reagrupou algumas medidas sociais do seu antecessor e lhes deu uma dimensão inimaginável”, diz a reportagem do jornal.

“Pela primeira vez na história, o Brasil assiste a uma redução contínua e inédita das desigualdades. Em dois mandatos, 24 milhões de brasileiros saíram da miséria e 31 milhões entraram para a classe média.”

O jornal diz que o governo quer agora usar a riqueza dos novos campos de petróleo descobertos no litoral brasileiro para criar um fundo que beneficie os mais pobres.

O Le Figaro destaca que apesar dos avanços, o Brasil ainda é um dos mais desiguais da América Latina e do mundo, com altos índices de analfabetismo e problemas crônicos de saúde pública.

O jornal alerta também que as autoridades e parte dos analistas no Brasil não estão imunes à “complacência”.

BBC Brasil

UNE e Ubes garantem apoio do movimento estudantil a Dilma

As duas principais entidades do movimento estudantil brasileiro decidiram, no começo desta semana, declarar apoio a Dilma Rousseff no segundo turno da eleição presidencial.

Tanto a UNE (União Nacional de Estudantes) quanto a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) entendem que a missão maior do movimento é impedir a volta da “direita privatista” ao poder.

“A diretoria plena da UNE, em reunião histórica, acaba de decidir indicar o voto para Dilma Rousseff Presidente da Republica”, escreveu no Twitter o presidente da UNE, Augusto Chagas. O debate, segundo ele, reuniu mais de de 200 lideranças do movimento estudantil.

“A UNE não se pauta nos interesses de nenhum partido, governo ou pessoa. Nosso compromisso é com a historia d Brasil. Isto está em jogo no 2º turno”, agregou Chagas.

Já a Ubes, em nota, declarou que “mais uma vez colocará os caras-pintadas nas ruas para impedir a volta da direita ao poder”.

De acordo com a entidade, “somente a candidatura de Dilma Rousseff reúne as condições para avançar ainda mais na construção de um país, justo, democrático e soberano, onde os movimentos sociais possam apresentar suas demandas e disputar os rumos desse novo Brasil que está nascendo”.

Vermelho (www.vermelho.org.br)

Dilma tem 48% dos votos

 
 

A primeira pesquisa Vox Populi para o segundo turno das eleições presidenciais, divulgada nesta quarta-feira (13), aponta liderança da candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, com 48% dos votos, ficando à frente do rival José Serra (PSDB), com 40%, caso a votação fosse hoje. O pleito será em 31 de outubro.

Na sondagem contratada pelo portal iG, brancos e nulos somaram 6% e os indecisos, também. Levando-se em conta apenas votos válidos, desconsiderando-se brancos e nulos, o resultado final apontaria Dilma com 54,5% e Serra com 45,4% do eleitorado.

O instituto entrevistou três mil pessoas de 10 a 11 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de 1,8 ponto percentual. Os números do Vox Populi são semelhantes ao da pesquisa Datafolha divulgada no sábado (09), na véspera do primeiro debate entre os presidenciáveis: ali a petista tinha 48% e Serra, 41% dos votos.

Além da corrida presidencial, o instituto apurou a avaliação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A aprovação ao mandatário é de 78%. Para 17% dos entrevistados, o desempenho dele é regular e 4% o reprovam.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Governo Lula de Dilma x FHC de Serra - Compare

Governo Lula criou o IDEB - saiba o que é


O Ideb foi criado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2007, como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Ele é calculado com base na taxa de rendimento escolar (aprovação e evasão) e no desempenho dos alunos no SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica) e na Prova Brasil. Ou seja, quanto maior for a nota da instituição no teste e quanto menos repetência e desistências ela registrar, melhor será a sua classificação, numa escala de zero a dez. O mecanismo foi muito bem avaliado por especialistas justamente por unir esses fatores. Sendo assim, se uma escola passar seus alunos de ano sem que eles tenham realmente aprendido, por exemplo, isso ficará claro a partir da análise do desempenho dela no Ideb. 

Dilma: não faço virada à direita para vencer


Após a visita à Bienal de São Paulo, a candidata Dilma Rousseff afirmou que não dará passos à direita ou se tornará conservadora para vencer as eleições, como têm feito seus adversários. “Não tenho o menor interesse em virar conservadora. Isso não é uma questão de debate, é de quem participa. Eu, do meu ponto de vista, não faço nenhuma virada para direita para poder me eleger”, disse.
Ela argumentou que a democracia brasileira não contempla mais o discurso da década de 50, quando se fazia política rotulando as pessoas. “Não só é conservador como beirou todas as manifestações absurdas da guerra fria, do maior preconceito que existe no mundo. Criar e e pregar no adversário imagem [daquela época] é ridícula no século 21”, afirmou, sobre as declarações dos oponentes na eleição.
Bienal
Questionada sobre as obras de arte que retratam assassinatos de políticos, Dilma afirmou que esse espírito de liberdade de expressão precisa sempre ser preservado no país, em especial no ambiente artístico.
“Nessa historia da tolerância, é fundamental que se tenha compreensão de que a cultura não pode ser objeto de censura. A obra de arte trabalha o simbólico e as pessoas têm direito de se manifestar culturalmente. Do ponto de vista estético é uma obra bonita do meu ponto de vista. Agora, o que ele quis dizer são outros 550. Depende do que ele quis expressar, agora fazer qualquer gesto contra essa obra é absurdo”, analisou.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dilma dcombaterá a corrupção doa a quem doer

A candidata à Presidência pela Coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, participou hoje de uma missa no Santuário Nacional de Nossa Senhora de Aparecida, em Aparecida (SP). Em seguida, concedeu uma entrevista coletiva onde reafirmou que não deixará pedra sobre pedra em investigações sobre corrupção no governo federal.

“Acho que, de fato, essa questão [o combate à corrupção] vai contribuir para que o país melhore. Não vou deixar pedra sobre pedra e vou investigar todos os malfeitos no governo federal”, disse a candidata.

Para isso, segundo ela, é importante uma Reforma Política para mudar algumas práticas comuns na política nacional e a necessidade do resgate de valores para que a sociedade brasileira evolua, assim como o Produto Interno Bruto (PIB).

“O Brasil precisa hoje também de uma melhoria nos padrões éticos e morais, e necessita, para transformar-se numa sociedade desenvolvida, que a gente valorize a relação da nação com valores culturais e éticos e morais", disse. "É um todo, que começa no combate ferrenho à corrupção. É importante perceber que não haverá impunidade [no meu governo].”

Preconceito

Dilma novamente foi firme e desautorizou qualquer pessoa a classificar o tamanho da sua crença em Deus.

“Eu acho que ninguém tem o direito de dizer qual é a minha crença. Ninguém tem esse direito. Quem pode julgar sobre crença religiosa é Deus. Eu fui, por opção, para um colégio de freiras, naquela época eu queria fazer a primeira comunhão. Estive nele até o final do ginásio. Os caminhos que sua vida toma faz atalhos e desvios, mas sempre te leva de volta para o seu caminho", disse.

Segundo ela, "o processo recente por qual passei me fez retomar várias coisas que estavam dentro de mim. E isso diz respeito a mim e não autorizo e não legitimo ninguém a falar sobre isso. É o cumulo do preconceito”.

Dilma 13

Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.