Batatais é beneficiada diretamente pelo governo Lula!
Em 2009, Batatais recebeu
em recursos do Governo Federal para as mais diversas áreas. São 2 milhões e 180 mil a mais do que o ano de 2008 em um ano de crise econômica. Clique AQUI para ver.
Batatais é beneficiada diretamente pelo governo Lula!
Em 2009, Batatais recebeu
em recursos do Governo Federal para as mais diversas áreas. São 2 milhões e 180 mil a mais do que o ano de 2008 em um ano de crise econômica. Clique AQUI para ver.
A candidata à presidência pela coligação Para o Brasil Seguir Mudando, Dilma Rousseff, disse hoje, em Porto Alegre, que qualquer proposta sobre política econômica deve ser tratada de forma séria. Segundo ela, os tucanos não têm feito isso e geram desconfiança nas pessoas e em relação ao país.
“Ele [Serra] tem de dizer o que quer alterar até para tranquilizar os eleitores. Porque nessa altura começar a falar que vai fazer modificações na política econômica sem dizer o que vai modificar cria um nível de desconfiança muito ruim. Temos que ser extremanente sérios quando se falar de política econômica”, disse.
Os cálculos são de que as promessas de Serra gerariam uma despesa extra (sem fonte de recursos) de R$ 46 bilhões no ano de 2011, exigindo aumento de impostos. Clique aqui para saber mais.
Ela questionou ainda o histórico de má gestão econômica dos tucanos nos tempos de FHC. “Estamos fazendo uma política econômica que deu certo. Os números demonstram isso. Ao contrário da política econômica do governo Fernando Henrique Cardoso que se caracterizou por taxas de inflação alta. Eles venderam R$ 100 bilhões de patrimônio público e a dívida saiu de 30% para 60% do PIB. Então, eu pergunto: que gestão financeira é essa que você vende o patrimônio e aumenta a dívida?”, argumentou.
Dilma afirmou que as promessas feitas pelo candidato do PSDB, de elevar o salário mínimo para R$ 600 ou dar aumento de 10% para os aposentados, devem ser levadas com desconfiança por não apontarem fontes orçamentárias para essas despesas e pelo histórico dos tucanos.
“Toda e qualquer proposta que diz que vai aumentar o gasto e não mostra quem vai financiar a gente tem que olhar com muita desconfiança. Ainda mais partindo de quem parte, porque os governos tucanos, tanto no Brasil quanto em São Paulo, se caracterizaram por políticas de arrocho salarial. A diferença da nossa é que damos aumentos sistemáticos, nós fazemos uma política consistente de elevação do salário mínimo. São Paulo, o estado mais rico do país, tem salário de delegado menor que do Piauí e de Sergipe. Professor também”, comparou.
E completou: “Aí eu me pergunto, como você pode confiar numa promessa em que tudo feito antes é diferente da promessa?”.
Desemprego em queda
Dilma comemorou também os dados divulgados hoje pelo IBGE, mostrando que a taxa de desemprego ficou em 6,2% no país. “A melhor noticia de hoje é a que mostra que o Brasil está tecnicamente numa situação de pleno emprego, já que há uma taxa de 6,2 % de desemprego e num país como Brasil isso é pleno emprego. Isso é muito importante porque estamos provando que o Brasil pode crescer a 7,5%, com inflação sob controle”, afirmou.
Acompanhe aqui a cobertura diária da campanha de Dilma pelo Twitter.
SÃO PAULO - Uma sessão de twitcam promovida pelo ator global José de Abreu sacudiu a internet durante a noite de ontem.
Declaradamente a favor da candidatura da petista Dilma Rousseff, José de Abreu se propôs a falar sobre política, eleições, Twitter, José Serra, Aécio Neves, entre outros.
“Quem vota no Serra são os mais ignorantes. Esse cara vota no Serra porque ele não tem educação. Aquele burrinho que só olha pra frente. A educação é importante porque amplia a capacidade de julgamento do cidadão”, declarou o ator.
Durante a transmissão, que durou mais de duas horas, Abreu chegou a ser assistido por mais de dez mil pessoas, gerando a hashtag #sentanumarola.
O ator global criticou duramente o candidato do PSDB, José Serra, a quem chamou de "fascista", bem como os seus eleitores, pela adoção de um “tom agressivo" no segundo turno das eleições presidenciais, segundo avaliou.
Abreu ironizou, ainda, o partido PSDB por escolher Serra, em detrimento de Aécio Neves, como candidato à presidência. "Fosse o Aécio, teríamos um problema".
Ao interagir com os internautas, Abreu mostrou-se bastante irritado, sobretudo com aqueles que se identificavam como eleitores de Serra e que o condenavam por seus comentários.
“Vocês ignorantes, burros, tapados, preconceituosos, que usam a Igreja contra a Dilma, leiam os tuítes do pessoal da Dilma e tentem crescer como seres humanos”, polemizou.
Na transmissão, o ator mencionou que seu contrato com a emissora carioca não permite que ele apareça na TV fazendo campanha política. No entanto, Abreu fez uma ressalva: “eu não estou na TV, estou no twitter".
“A Globo não vai ouvir vocês [internautas] se ligarem e pedirem para me demiti. Vou fazer um personagem na próxima comédia”, acrescentou.
“Já fui o Zé Windows. Hoje, eu sou o Zé Macintosh”, declarou o ator, se dizendo viciado em computador.
O senador reeleito pelo Espírito Santo e pastor evangélico, Magno Malta (PR-ES), condenou hoje (19), durante visita a Cuiabá, a forma como se desenvolve a campanha eleitoral visando à Presidência da República.
“A disputa entre Dilma Roussef (PT) e José Serra (PSDB) é para a Presidência da República, e não para eleger um novo papa ou bispo. E, pelo mesmo fato, o debate tem que ser político”, disse o parlamentar, durante entrevista coletiva, na Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, no bairro Jardim Leblon.
De acordo com o republicano, a visita a Mato Grosso é uma parte de um roteiro que engloba outros Estados e visa, principalmente, “desmistificar” a polêmica criada no primeiro turno e reforçada no segundo sobre assuntos como o aborto e o casamento homossexual.
“É preciso que a gente colabore da melhor maneira possível, desfazendo entraves e mentiras que foram ditas, ataques à honra de Dilma Roussef que não foram provados. Se estabeleceu uma boataria e é preciso que ela seja esclarecida. O debate é político e para os interesses do Brasil. Não vamos eleger bispa, pastora ou papa”, reiterou.
Magno Malta informou que o roteiro realizado neste ano lembra a última eleição presidencial, em 2006, em que peregrinou pelo país, “desfazendo mentiras” propagadas sobre o então candidato à reeleição, presidente Luis Inácio Lula da Silva. Na época, o senador disse que teve que “dessatanizar” o PT.
“Na época tive que ‘dessatanizar’ o Lula e, hoje, espalham que o vice de Dilma, Michel Temer (PMDB), é satanista, que ela vai morrer e ele irá assumir. Tem gente tremendo de medo com essas mentiras deslavadas e descabidas, espalhadas através de e-mails, que, por sua vez, são sempre repassados e ninguém nunca tem prova, áudio, imagem, documentos”, afirmou.
Apesar disso, o senador foi questionado sobre de vídeos que estariam circulando pela internet e que mostram Dilma sendo favorável ao aborto. Segundo Malta, a possível mudança de opinião da petista seria uma resposta que poderia ser dada apenas por ela e que, neste momento, o que importa são decisões que passam pelo Parlamento.
“Eu sou contra o aborto, porém o que tem que estar claro é que todas essas questões passam pelo Parlamento. Nenhum presidente impõe isso. Alguém escreveu um dia que só os tolos não mudam, se ela mudou, graças à Deus”, afirmou.
FHC x Lula
O parlamentar capixaba também criticou o Governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e comparou o tucano com Lula. Para Malta, é evidente as mudanças positivas nas áreas social e educacional do país durante os oitos anos do Governo do PT. O que, segundo ele, não foi possível notar na “Era FHC”.
“O que eu não quero é o Brasil que privatizou o Brasil, que vendeu a nossa riqueza e os gringos pagaram nossa riqueza com nosso dinheiro, porque pegaram emprestado do BNDES e ainda compraram barato. Esse Brasil que eu não quero”, disse.
Magno Malta também comparou a Educação durante FHC e Lula. Segundo ele, enquanto o tucano não criou nenhuma escola e proibiu a criação de escolas técnicas, o petista construiu mais de 214 unidades técnicas federais.
“FHC, que é intelectual, não criou uma universidade e Lula, considerado semianalfabeto, criou dezenas. O que eu quero é continuidade nas ações propagadas por Lula, que só poderão ser continuadas por Dilma”, completou o senador capixaba. Por Isa Sousa. Fonte: MidiaNews. Via: Guia-me.
Ambientalistas, integrantes do Partido Verde e apoiadores de Marina Silva participaram de um ato com nossa candidata, em Brasília, nesta quarta-feira (20) onde entregaram o “Manifesto Marineiros com Dilma”.
No documento eles apontam que " a resposta oferecida por Dilma ao documento enviado por Marina às duas candidaturas que disputam o segundo turno foi a que mais se aproximou das nossas propostas, o que nutre expectativas de que Dilma poderá incorporar em seu governo vários dos compromissos da agenda socioambiental que defendemos". Por isso estão com Dilma no dia 31 de outubro.
Durante o ato, Dilma recebeu também o apoio de Ângela Mendes, filha de Chico Mendes, líder seringueiro no Acre morto em 1988 e amigo de Marina.
Leia o manifesto:
MARINEIROS COM DILMA
Estivemos com Marina Silva no primeiro turno, porque buscamos uma alternativa política para o Brasil capaz de afirmar uma conduta pública marcada pela ética na política, em favor de uma política econômica que supere definitivamente a miséria e a concentração de renda e que redirecione o próprio modelo social com base na sustentabilidade. Nos orgulhamos de uma campanha que ofereceu uma contribuição efetiva ao País e que, mesmo com um tempo mínimo de propaganda eleitoral no rádio e na TV, conseguiu enfrentar as máquinas eleitorais montadas com o apoio do Estado, dos partidos tradicionais e do grande capital.
A votação recebida por Marina Silva expressa, basicamente, um claro sinal de que parcelas expressivas da população não toleram mais o jogo de cena, as alianças sem programa, os acordos que visam apenas a repartição do poder, a corrupção endêmica que abala as instituições, o oportunismo eleitoral e a demagogia que amesquinham a própria política. Os quase 20 milhões de votos que alcançamos sinalizam, ainda, que o Brasil precisa de uma agenda socioambiental séria e que este tema, antes circunscrito a pequenos grupos de ativistas ambientais e à intelectualidade, já possui apelo popular entre nós.
Por conta de tudo aquilo que a candidatura de Marina Silva representou, vivemos a generosa experiência da militância de centenas de milhares de apoiadores em uma campanha que nos ofereceu de volta o espaço da paixão pelas ideias, ao invés da promessa de cargos ou de qualquer expectativa de benefício pessoal. Talvez por conta disso, enfrentamos o sectarismo de muitos que se julgam o “sal da terra” e mesmo Marina – que jamais agrediu ou desrespeitou seus adversários – foi tratada primeiro com desprezo, depois com a costumeira intolerância que acompanha a trajetória da antiga esquerda como uma sombra.
No próximo dia 31, entretanto, esta antiga esquerda se defronta nas urnas com a direita de sempre. Melhor seria para o Brasil que ambas as posições tivessem avançado em seus pressupostos e firmado compromissos mais nítidos em torno de programas de governo. Como se sabe, este não foi o resultado do processo eleitoral. Pelo contrário, somos testemunhas de uma radicalização da disputa, marcada por acusações, boatos e calúnias. A candidatura de José Serra, neste particular, tem se mostrado insuperável e é repugnante que tenha transformado o preconceito em seu principal aliado.
Ao mesmo tempo, é preciso afirmar um caminho que aponte para um futuro de mais inclusão social e de maior sensibilidade com a realidade dos milhões de brasileiros que seguem à margem da própria cidadania. Entendemos que um eventual governo da coligação PSDB-DEM afastaria o Brasil destes grandes desafios, privilegiando os compromissos do “Estado Mínimo” e o discurso repressivo do tipo “Lei e Ordem”. Por isso, a opção representada por Dilma nos parece a mais adequada para impedir um retrocesso histórico cuja conta será paga pelos mais pobres. No mais, a resposta oferecida por Dilma ao documento enviado por Marina às duas candidaturas que disputam o segundo turno foi a que mais se aproximou das nossas propostas, o que nutre expectativas de que Dilma poderá incorporar em seu governo vários dos compromissos da agenda socioambiental que defendemos. Com base nesta avaliação, conclamamos todos os que apoiaram Marina a uma participação ativa nesta reta final da campanha em favor da candidata Dilma Rousseff.
Veja quem assinou o manifesto
Luciano Zica, Ex-Deputado Federal por São Paulo
Marcos Rolim, Ex-Deputado Federal pelo Rio Grande do Sul
Pedro Ivo Batista, Coordenador da Rede Brasileira de Ecossocialistas
Paulo Lima (Polô), Socioambientalista, Fortaleza, Ceará
Rubens Gomes (Rubão), Músico, Sociambientalista, Manaus, AM
Renata Florentino, Socióloga - Campinas/SP
Thiago Alexandre Moraes, socioambientalista e militante de juventude, São Paulo
Juarez de Paula, Sociólogo, Consultor especialista em Desenvolvimento Local, Brasília,DF
Guto Gomes, Membro do Fórum de ONGs Ambientalistas do Distrito Federal
André Lima, Advogado e Colaborador da Frente Parlamentar Ambientalista, Brasília, DF
Muriel Saragoussi, Militante das causas socioambientais
Renato Ferreira, Advogado e Ecologista, Porto Alegre, RS
Gilberto Santana, Sindicalista, Salvador, Ba
Jaqueline Oliveira Silva, Professora da URGS, Porto Alegre, RS
Erlando Alves da Silva Melo, Servidor Público Federal, Brasília, DF
Otto Ramos, Prof. História, Contagem-MG
Henyo Trindade Barreto Filho, Sociambientalista, Brasília, DF
Luís Fernando Merico, Socioambientalista, Santa Catarina
Adolpho Fuica, Ambientalista, Brasília, DF
Solange Ikeda, professora universitária, Mato Grosso
Álvaro Suassuarana da Silva - Manaus/AM
Guilherme Gomez Meldau - Cuiabá/MT
Lucas Brandão, Mestrando em Sociologia pela USP. Ex-coordenador da APG (Associação dos Pós-Graduandos da USP - gestão 2009)
Amanda Lemos, Estudante de jornalismo pela PUC-SP
Mauro Soares Pereira, Grupo de Apoio ao Meio Ambiente / Alto Paraíso de Goiás.
Marcelo Aiub de Mello, Eng. Florestal - Presidente da OSCIP Instituto Vivá Amazônia/PA
Jorge Moreira Filho, Eng. Agrônomo - Vice-Presidente da OSCIP Instituto Vivá Amazônia/PA
Rose Daise Melo Nascimento, Pisicóloga - Prefeitura Municipal de Barcarena/PA
Tobias Brancher, Eng. Florestal - Diretor da Florestas Engenharia
Marcelo Martins, Eng.Civil - Conselheiro Fiscal do Instituto Vivá Amazônia/PA
Francisca Eleni, Engª Florestal - Programa Pará Rural/PA
Alex Moura Feio, Técnico em Geomática/IEFT/PA
Everardo de Aguiar Lopes, Ex-membro do Diretório Nacional do PT
Fidelis Paixão, advogado ambientalista membro do Forum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais
Jefferson Sooma - Ativista Cultural
Tânia Maria de Oliveira, Advogada e Servidora Pública Federal, Brasília, DF
Henrique Resende Sabino
Bárbara Batista, Publicitária e militante da Rede Ecossocialista
Leo Cabral, Socioambientalista e Ativista Cultural
João Francisco, Mestre em Ciência Política e Fundador do Movimento Extramuros, Brasília, DF
Pedro Piccolo Contesini, Estudante de Sociologia da Universidade de Brasília
João Suender Moreira – Biólogo, Mestre em Genética e Biotecnologia - Especialista em Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal
Bira Dias, Fotógrafo, Santa Catarina
Ana Valéria Holanda da Nóbrega, Turismóloga, Historiadora e Ambientalisata, Fortaleza, Ceará
Hathos Garcia Dias, Minas Gerais
Felipe Vaz, Ambientalista
Marinês Carneiro de Almeida, Servidora Pública Federal, Mato Grosso
Angelo José Rodrigues Lima, Biólogo, Mato Grosso
Rafael Peixoto, Bancário, Brasília, DF
Larissa Barros, socióloga, consultora especialista em tecnologias sociais, Brasília, DF
Neusa Helena Rocha Barbosa, Educadora Ambiental e sociambientalista, Brasília, DF
Roberto Lennox, Sociambientalista, Brasília-DF
Marines Carneiro de Almeida, Servidora Pública Federal
Marcela Monteiro, Sociambientalista, Goiânia, GO
Valmiro Batista do Nascimento, Ambientalista, Goiânia, GO
Jackson Bispo, Goiás, GO
Gilberto Lopes Farias, Sociambientalista, Aparecida de Goiânia, GO
Edilson Pereira Lima, Ativista Cultural, Brasília, DF
Maria Eugênia, Ativista Cultural, Brasília, DF
Tatiana Moraes, Gestora Ambiental, Brasília, DF
Priscila Rose, Administradora e Sociambientalista, Brasília, DF
Marina Minari, São Paulo, SP
Soraia Silva de Mello, São Paulo, SP
Villi F. Seilert Sustentat, Brasília/DF
Elizabeth Maldonado Roland
Uriban Xavier, Professor do Departamento de Ciências Sociais da UFC, Fortaleza, Ceará
Analise da Silva, Profa. Adjunta - FAE UFMG
@dilmanarede: Paulo Garcia: Estamos recebendo a primeira mulher que vai presidir o Brasil, a presidente do povo brasileiro. #Brasil13 #SerraMeErra
@dilmanarede: Paulo Garcia: Estamos recebendo o presidente que deu soberania ao nosso País. Vamos dar um grande viva ao Lula! #Brasil13 #SerraMeErra
@dilmanarede: #Dilma13 é muito festejada na chegada ao comício de Goiânia! #Brasil13! http://plixi.com/p/51677984
@dilmanarede: #Dilma13 acaba de chegar ao local do comício em Goiânia! http://plixi.com/p/51677584
@dilmanarede: A #galeradaDilma está animada esperando a chegada da futura presidenta @Dilmabr http://twitpic.com/2z3rwx
@dilmanarede:Todos na expectativa da chegada de Lula, #Dilma13 e Iris em Goiânia! http://plixi.com/p/51673285
@dilmanarede: @PaulaBeira é militante e tuiteira de todas as horas e quer ver #Dilma13 presidenta do #Brasil13! http://plixi.com/p/51674302
@dilmanarede:Quem já fez muito pelo nosso #Brasil13 também está com @Dilmabr! http://twitpic.com/2z3ihs
@dilmanarede: Militantes de todas as idades marcando presença no comício de @Dilmabr, #lula e íris! \o/ http://twitpic.com/2z3k0t
@dilmanarede: Elma trouxe uma carta para o Presidente Lula: ela quer um futuro melhor para o #Brasil13. É com #Dilma13! http://plixi.com/p/51671555
@dilmanarede:Meu Brasil, tá querendo Dilma! Meu Brasil, tá querendo continuar! http://twitpic.com/2z3fvp
@dilmanarede: Mulhere
s voluntárias, voto pró @Dilmabr e Íris! #Brasil13 #Iris15 http://twitpic.com/2z39g9
@dilmanarede:"Lula, o pai dos pobres. Você ficou na história" http://twitpic.com2z38rz
@dilmanarede: Os goianos estão com ela eu também tô! http://twitpic.com/2z37nj
Virou uma espécie de Tea Party tupiniquim, uma UDN paulista, que julga ser sua missão salvar o país daqueles que vêm mudando a injusta ordem política e social do Brasil. É uma candidatura que exala o ressentimento de uma velha elite que vê alarmada a ascensão de novas forças sociais, que perdeu o poder e tenta reconquistá-lo a qualquer custo. A candidatura Serra é a candidatura do ódio.
Não adianta apelar para a biografia da juventude do candidato. Uma candidatura é uma construção coletiva. O que interessa é o quê e quem ela representa. E a candidatura Serra representa os interesses dos setores mais conservadores e reacionários do espectro político brasileiro, bem como de parcelas antigas da classe média que não absorveram bem a ascensão de milhões de pobres ao mercado de consumo e à cidadania. Ela também tem um forte componente regional, pois é muito centrada no Sudeste, especialmente em São Paulo, estado que vem perdendo hegemonia política e econômica, exatamente pela falta de sincronia com as mudanças estruturais que deram um novo dinamismo ao Brasil a partir do governo Lula.
A candidatura Serra representa retrocessos significativos na vida política do país.
Em primeiro lugar, haveria retrocessos substanciais na política externa. Serra nunca escondeu sua aversão ao que ele chama desdenhosamente de "integração cucaracha". Há poucos meses, chegou a dar agressivas e desastrosas declarações qualificando o Mercosul de "farsa"e "desastre" para os interesses nacionais. A sua equipe de embaixadores conservadores de pijama recomenda o fechamento de embaixadas em países do chamado Terceiro Mundo, esterilizando o esforço de expansão da representação brasileira no planeta, e a concentração da nossa política externa nos países "que importam", isto é, EUA, UE, Japão, etc. Ainda não chegou aos ouvidos e às mentes da candidatura Serra, saudosos do projeto ALCA, que houve notáveis mudanças na geoeconomia e geopolítica mundiais. Nos últimos anos, os países emergentes vêm exibindo dinamismo econômico e comercial superior ao das nações mais avançadas, muito afetadas pela crise. Assim, a ênfase do governo Lula na cooperação Sul-Sul, que foi conceituada preconceituosamente de "ideológica, revelou-se, na realidade, pragmaticamente muito bem-sucedida. Seus alentados superávits, que não podem ser explicados apenas pelos preços das commodities, foram de fundamental importância para a superação da vulnerabilidade externa da nossa economia, que predominava no governo FHC/Serra. O enorme avanço do protagonismo internacional do Brasil, construído ao longo do governo Lula, se deve, em grande parte, à ênfase na integração regional e a essa aposta estratégica na articulação com os demais países emergentes. A candidatura Serra, defende a volta a era FHC e ao alinhamento com os interesses da única superpotência, com graves prejuízos à integração Sul Americana e a nossa inserção soberana no cenário mundial.
Outro campo no qual teríamos retrocessos é o social. Obviamente, Serra não encontra espaço político para defender a extinção de programas como o Bolsa Família, o Prouni, o Luz para Todos e outros programas sociais de alto impacto na distribuição de renda e na expansão das oportunidades. Contudo, não há compromisso da candidatura PSDB/DEM para que a distribuição de renda e a eliminação da pobreza tenham centralidade, como tiveram no governo Lula e como teriam num Governo Dilma. As forças conservadoras que apóiam Serra sempre foram muito críticas, em relação a esses programas. Por interesses objetivos no gasto e investimentos públicos e por ideologia, esses setores consideram que a eliminação da pobreza e a distribuição de renda são fundamentalmente variáveis dependentes do crescimento econômico. São problemas que caberia essencialmente ao "mercado" resolver. Quaisquer desvios relativamente a esse ideário liberal são encarados, por tais setores, como "populistas". Portanto, é altamente provável que esses programas sejam, de algum modo, "revistos", ao sabor das exigências "orçamentárias" e das conveniências econômicas e fiscais dos interesses estratégicos das grandes empresas privadas.
Alguns programas poderiam ser mais afetados. Um deles seria o da Reforma Agrária, pois a candidatura Serra está umbilicalmente associada aos setores mais retrógrados do campo, que resistem a reconhecer a relevância dos programas de apoio a agricultura familiar, como o fortalecido PRONAF, e as políticas comprometidas com os assentamentos agrários. Outro seria o programa de quotas para afro-descendentes nas universidades, que faz parte de uma política maior de afirmação dos direitos dos afro-descendentes brasileiros. Esse programa foi duramente bombardeado pela direita que apóia Serra. Os setores conservadores que apóiam a candidatura PSDB/DEM confundem raça com racismo e ressuscitaram o velho mito da "democracia racial" brasileira. Para eles, não há racismo no Brasil. Portanto, políticas de combate ao racismo seriam, nessa visão distorcida, inúteis e até mesmo contraproducentes, já que introduzem "valores racistas numa sociedade não-racista". Serra está abertamente comprometido com a continuidade do silêncio institucional e político em relação ao racismo.
Por tudo isso, é razoável afirmar que a candidatura Serra, representa, a passividade frente a desigualdade social e a condição de pobreza que historicamente atingiu vastas parcelas da população, ou pelo menos a ausência de novos progressos mais significativos e pró-ativos na eliminação da pobreza e distribuição de renda. Num governo PSDB/DEM, a centralidade caberia ao capital e às conveniências do "mercado". Em contraste, a vitória de Dilma asseguraria a continuidade, a intensificação e a expansão do esforço distributivo realizado pelo governo Lula, que foi de fundamental importância para o enfrentamento da crise e a dinamização do novo mercado interno de consumo de massas. O governo Lula retirou 28 milhões de pessoas da pobreza, o governo Dilma tem o compromisso fundamental de retirar as 21 milhões que ainda faltam.
O campo no qual teríamos o maior retrocesso seria o relativo à reconstrução do Estado brasileiro e do seu papel estratégico no desenvolvimento nacional. O antigo governo PSDB/DEM privatizou o que pôde do patrimônio público, muitas vezes a preços aviltados, abriu a economia sem o contexto balizador de uma política industrial, humilhou e arrochou os funcionários públicos, sucateou as universidades federais, "terceirizou" funções próprias a servidores federais e extinguiu mecanismos estatais de apoio ao desenvolvimento. Deu impulso ao chamado "Consenso de Washington" que inspirou o governo FHC e o governo Serra em São Paulo. O governo FHC/Serra sucumbiu ideologicamente ao receituário neoliberal, que contribuiu decisivamente, com suas diretrizes antiestatais e antireguladoras, para a crise mundial, e que hoje é duramente criticado até mesmo nas nações avançadas que nos impuseram esse modelo. Serra, que em plena crise aumentou a carga tributária e vendeu o único banco que restava no Estado de São Paulo, ainda acredita nesse receituário desastroso. Se eleito, com certeza estudará novas formas de transferir patrimônio público para o setor privado e de limitar a "intervenção do Estado na economia". O "desenvolvimentismo" juvenil de Serra é apenas uma pálida e envergonhada lembrança porque sua candidatura começa e termina no apoio irrestrito ao livre funcionamento das forças de "mercado".
Um setor está particularmente ameaçado. O pré-sal e a Petrobrás. Sem dúvida alguma, a candidatura Serra fará tudo, se vitoriosa, para fazer com que o pré-sal seja explorado com base no modelo de concessão. Nesse modelo, fazem-se leilões dos campos de petróleo e a empresa ganhadora torna-se proprietária do óleo assim que a broca atinge as reservas. Com isso, a União perde o controle estratégico dos mega campos de petróleo do pré-sal. No modelo de partilha, proposto pelo governo Lula, o Estado mantém a propriedade e o controle do petróleo, mesmo após a sua retirada dos campos, e a empresa é remunerada pelos serviços de exploração e extração. Além disso, no modelo proposto por Lula/Dilma a Petrobrás se mantém como a maior operadora. A reversão ao modelo de concessão, implementado pelo governo FHC/Serra é completamente inadequado para os novos mega campos de petróleo e permitiria a venda do pré-sal às grandes multinacionais do petróleo, que estão de olho numa das últimas grandes reservas de hidrocarbonetos do planeta. Entretanto, tal decisão seria uma tristeza para aqueles que, como Dilma, querem que os recursos do pré-sal sirvam para alavancar os investimentos nacionais e a inovação na cadeia produtiva de gás e petróleo, bem como novas condições de financiamento para as políticas sociais de combate a pobreza, as políticas educacionais e de sustentabilidade ambiental no Brasil.
Esses são alguns dos riscos concretos que a Candidatura do Ódio acarreta. A população precisa ficar a eles atenta. A candidatura Serra é um projeto que representa o aborto do futuro de um Brasil mais justo, solidário e soberano, que começou a ser construído por Lula/Dilma. Em 2002, a candidatura Serra teve o medo como centro tático, porque era muito difícil defender a continuidade do governo FHC. Seu discurso na época foi amparado pela grave crise cambial, pelas políticas recessivas do FMI, pelo ambiente de forte especulação financeira e pelo apoio militante dos analistas de mercado que difundiam o medo frente a ameaça de perda completa da estabilidade econômica e risco de instabilidade institucional com um eventual governo Lula. Hoje, Serra repete o mesmo roteiro, tenta se dissociar do governo FHC que foi um dos principais formuladores e que serviu por oito anos. Não tem argumentos para comparar o governo FHC com o Governo Lula e fez muito pouco e para poucos no governo tucano de São Paulo. E assim, recorre ao ódio como eixo de sua campanha eleitoral. Mas a nossa convicção é que a esperança, que em 2002 derrotou o medo, agora irá derrotar o ódio. O Brasil que deu certo caminha para eleger a primeira mulher presidenta da República: Dilma.
*Aloizio Mercadante é Senador da República pelo PT-SP
Artigo reproduzido da página da liderança do PT na Alesp